

Arqueologia do tecnológico sugere uma escavação não da terra, mas do tempo. Cada objeto é uma história de uso, desejo e descarte. São corpos que envelheceram conosco, traduziram os sons, as imagens e as palavras em matéria elétrica.
Composta por empréstimos e doações feitas pela comunidade da UFABC, esta exposição é um conjunto de encruzilhadas das memórias das pessoas da nossa Universidade. Vamos escavar as camadas materiais e afetivas da cultura tecnológica. O que resta do humano nestas máquinas que nos acompanharam?
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